quinta-feira, 19 de abril de 2012

Sobre o amor

Hoje resolvi escrever sobre um sentimento que move muita gente, move muitas coisas, move o mundo, move tudo.
Eu me alimento de amor. E o que é o amor?
Amar é ter paz, pois aonde há amor, se é amor, há paz; amor é mais do que dinheiro; amor é vontade de sorrir o tempo todo, de chorar quando se sente saudade; amar é distribuir sorrisos só de pensar em certo alguém;
Amar é estar perto, é a dor de se estar longe; não me refiro apenas ao amor entre um homem e uma mulher. Amor, pode ser de todos os tipos. Amor é algo tão intenso, que em alguns casos até deixar é amar. Sim, deixar é amar. Deixar alguém livre quando o amor desse outro alguém já não é tão forte, se o amor ainda restou para alguém, esse alguém é capaz de deixar, só por amar. 
É muito gostoso amar. Quando o amor começa a acontecer, é algo muito mágico. É se sentir sem controle nas pernas e nas mãos, quando o alvo desse possível amor se aproxima; é a vontade de esticar o braço pra tocar a pessoa, só tocar; e quando começa a acontecer, o indivíduo começa a achar que tudo que o outro faz é um sinal ou uma pista; é ter a preocupação quase idiota de dizer apenas coisas que não ferem; é não se importar com o que façam com você, mas não sentir a mínima vontade de deixar ir; é sentir a falta do outro, mesmo se ausentando por tão pouco tempo; 
É amor de Deus, de mãe, pai, de irmãos, de amigos, dos amantes. É amor. 
Pode-se ter tudo, mas sem amor, nada se tem. 
Se é amor, tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
E isso acaba? Depende de você. Tudo isso pode sim durar pra sempre, como também durar pouquíssimo tempo. Isso é amor. 
O amor é basicamente isso, ou já não sei mais o que é amor. 

Muito amor pra todos nós!
Beeejo



domingo, 15 de abril de 2012

Redenção.

Uma dica super especial pra quem gosta de um bom filme. Na verdade, um excelente filme.
Redenção é um filme, baseado em fatos reais, onde Sam Childers (Gerard Butler), depois de sair da prisão, se converte e vira pastor, e, em seguida, passa a fazer trabalhos voluntários na África. O que inicialmente seria uma curta temporada para reconstruir casa na devastada Uganda, se transforma em um envolvimento político no Sudão. Enquanto espera por apoio financeiro para ajudar crianças desabrigadas e levantar armas contra os rebeldes no poder, Sam encara novos dilemas: dar atenção à sua família, manter a sua fé e confrontar um passado violento que ele pensava ter deixado para trás.

O filme é uma verdadeira lição, especialmente para nós cristãos, que deveríamos sacrificar mais por pessoas que precisam tanto de nós, elas declarando ou não a mesma fé que nós.

Preparem-se para chorar com essa história emocionante. E não deixem de ver o depoimento do verdadeiro Sam Childers, ao final dos créditos.


Bom filme!!!

Beeejo