Vem chegando o dia 21, aniversário da nossa Capital e me deu vontade de escrever um pouco sobre ela, pra vocês, Minha Brasília de 51 anos, por Soninha Nobre.
Brasília. Minha Brasília. Minha Capital Federal. Imponente e doce ao mesmo tempo. Adulta. Passou por fases que determinaram o hoje e a tornaram tão bem preparada. Menina em relação a outras cidades centenárias, mas que não fica pra trás com sua singeleza. Acolhedora. Hospitaleira. Recebeu e recebe tão bem aqueles que a procuram com a esperança de dias melhores. Nela não há praia, mas a compensação vem com o pôr-do-sol mais lindo de todos. Palco de grandes escândalos e alguns episódios que determinaram alguns dos seus sucessos. Aqui se começa, e se termina. Aqui, como quando na descoberta do Brasil, tudo que se planta, dá. Colorida por seus ipês amarelos, suas mangueiras carregadas; seus jardins planejados da Esplanada, esta, com sua grama verdinha, como a esperança que se renova a cada manhã, junto com a mais linda de todas as alvoradas. Suas vias mais parecem passarelas, aonde desfilam formas esculturais, esculpidas nos memoriais aqui construídos. Brasília, te amar é pouco, oro por você!
Brasília. Minha Brasília. Minha Capital Federal. Imponente e doce ao mesmo tempo. Adulta. Passou por fases que determinaram o hoje e a tornaram tão bem preparada. Menina em relação a outras cidades centenárias, mas que não fica pra trás com sua singeleza. Acolhedora. Hospitaleira. Recebeu e recebe tão bem aqueles que a procuram com a esperança de dias melhores. Nela não há praia, mas a compensação vem com o pôr-do-sol mais lindo de todos. Palco de grandes escândalos e alguns episódios que determinaram alguns dos seus sucessos. Aqui se começa, e se termina. Aqui, como quando na descoberta do Brasil, tudo que se planta, dá. Colorida por seus ipês amarelos, suas mangueiras carregadas; seus jardins planejados da Esplanada, esta, com sua grama verdinha, como a esperança que se renova a cada manhã, junto com a mais linda de todas as alvoradas. Suas vias mais parecem passarelas, aonde desfilam formas esculturais, esculpidas nos memoriais aqui construídos. Brasília, te amar é pouco, oro por você!
“No princípio era o ermo...eram antigas solidões sem mágoa. O antiplano, o infinito descampado... No princípio era o agreste: o céu azul, a terra vermelho-pungente e o verde triste do cerrado...” Sinfonia da Alvorada, Vinicius de Morais

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